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TRANSTORNO DA PERSONALIDADE HISTRIÔNICA

O transtorno da personalidade histriônica (TPH) é caracterizado por excessiva emotividade e busca de atenção. Os indivíduos com esse transtorno preocupam-se demais com a atratividade física, muitas vezes são exageradamente sedutores e se sentem muito bem ao serem o centro das atenções. Sua emotividade parece inadequadamente exagerada, lábil e superficial, e eles tendem a apresentar um estilo de fala global,
impressionista. Seu comportamento é excessivamente reativo e intenso. Eles são emocionalmente excitáveis e anseiam por estimulação, freqüentemente respondendo a estímulos mínimos com explosões de raiva irracionais, descontroladas. Seus relacionamentos interpessoais são prejudicados e eles são epercebidos pelos outros como superficiais, exigentes, excessivamente dependentes e excitáveis e de difícil convívio.

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Clinicamente, o TPH é mais freqüentemente diagnosticado em mulheres, e quando é diagnosticado em homens está associado à homossexualidade. Esse diferencial de gênero, todavia, pode ser mais um produto das nossas expectativas sociais do que uma verdadeira diferença de ocorrência. Foi sugerido que seria mais apropriado ver o TPH como caricatura de papéis sexuais em geral, incluindo extrema masculinidade e extrema feminilidade (Kolb, 1968; MacKinnon e Michaels, 1971; Malmquist, 1971).

ABORDAGEM DE TRATAMENTO
Obviamente, no curso do tratamento de situações- problema específicas, a ampla gama de técnicas cognitivo-comportamentais (descritas em

J. Beck, 1995) pode ser útil. Dependendo dos objetivos do paciente, convém utilizar diversas técnicas
específicas, incluindo identificar e contestar pensamentos automáticos, montar experimentos
comportamentais para testar pensamentos, organizar horários para as atividades e treinamento de
relaxamento, de resolução de problemas e asserção. A próxima conceitualização do TPH sugere uma estratégia de tratamento que integre o trabalho para modificar o comportamento interpessoal e o estilo de pensamento do paciente, além de fazer as mudanças tipicamente necessárias para a obtenção dos objetivos imediatos do paciente. Finalmente, as suposições subjacentes: “Eu sou inadequado e incapaz de lidar sozinho com a vida” e “É necessário ser amado (por todo o mundo, todo o tempo)” terão de ser contestadas, para que a pessoa possa fazer mudanças que persistam muito depois do final do tratamento.

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Texto extraído do Livro Terapia Cognitiva dos Transtornos da Personalidade (2º Edição)

Autores: Aaron T. Beck;   Arthur Freeman;   Denise D. Davis e colaboradores

Editora: Artmed

José Elias dos Santos – CRP/RJ. 05/52196 – Psicólogo Clínico e Terapeuta Cognitivo Comportamental

Agendamento para consultas no Espaço Multidisciplinar Vida Plena – Rua André Rugeri, 115 – Bairro de Fátima – Valença – R.J. ou pelos telefones:

(24) 2452 4478 ou (24) 99817 2071 ou (24) 988054015 – whatsApp

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